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Diego Muniz Braga-

A falta de tempo existe?



Muito tem se falado sobre o mal do século, uns falam que o estresse é o mal do século, outros afirmam que a má alimentação é o mal do século, ainda existem aqueles que defendem até o açúcar como o mal do século, enfim, o fato é que estamos em uma nova era, um novo mundo, aonde a tecnologia, que já esta presente em nosso cotidiano, tornasse cada vez mais viciante, e falo vicio no sentido mais literal que existe, pois quem nunca se pegou mexendo no “face” durante um jantar com a família, ou durante uma conversa com o seu melhor amigo, até mesmo sem notar, pois aí é que entra o vício.

Mas, não acho que seja louvável atribuir a tecnologia o título de “mal do século”, pois através dela, hoje não existe fronteiras, não na rede mundial de computadores, se você estiver em casa a noite e querendo comprar algo, ali você vai encontrar milhões de “lojas abertas”, 24h ao seu alcance, atendendo as demandas e novidades do público, e isso não se aplica só ao e-commerce, se aplica as noticias, ao mercado financeiro (exemplo disso, é durante a noite operar com a bolsa de valores do Japão), religião, namoro, enfim, não é mensurável a quantidade de benefícios que se obtém através da tecnologia. No mundo acadêmico, a quantidade de dados disponíveis é infinita, hoje se faz pesquisa em minutos, porém com essa gama de informações vem o problema: as informações não estão gerando conhecimento.

Encontramos ai, um problema, porém, não o suficiente para apontá-lo como o vilão do século, existe algo que esta presente sobre nós desde nosso nascimento e nos acompanha até o fim de nossa vida. Aprendemos durante nossa infância o seu nome, durante a adolescência começamos a ter uma ideia de como ele funciona e somente na fase adulta é que vemos o quão pesado ele é. Nosso amigo (nem sempre amigo) INSEPARÁVEL é o Tempo! Sim é ele que está com você no seu nascimento, é só olhar sua certidão de nascimento que lá irá constar o dia e a hora de seu primeiro suspiro.

Mas porque inserir o tempo no contexto de mal do século?

Em dias que para nada se tem tempo, já acordamos pensando o que temos que fazer, se já não acordamos atrasados, as tarefas simples, como tomar café, almoçar com a família tornasse raridade, a pressa em chegar no trabalho, na faculdade, na igreja, na academia, no show, enfim… desloca do que é o mais simples e talvez o mais precioso, isso sem contar no fator da saúde, a má alimentação, sedentarismo...
 
Muito tenho ouvido dos meus pares e subordinados, que deixam de estudar ou fazer algo de interessante por falta de tempo. Falta de Tempo? é possível faltar tempo? faço essa pergunta sempre comparando a outras riquezas que nós possuímos, é possível falta o ar? é possível faltar o solo aonde nós pisamos? a resposta para estas perguntas é não, e para o tempo?

Como pode faltar tempo de um gestor? O profissional que em tese é o planejamento em pessoa.

 Mas este “mal”, por enquanto chamarei assim, não assola apenas a classe dos gestores, pelo contrário, vemos em odas as classes, sem precisar discriminar por renda, pois todos reclamam: “Ah se eu tivesse tempo para ficar com minha família…”  “Queria tanto aprender inglês, pena que não tenho tempo” ou então  “Se eu fosse jovem eu teria feito faculdade, hoje não tenho mas tempo”.  Todos culpando o cronos. Que vilão é este capaz de impedir encontros familiares, alcance de objetivos e que apenas existe para lembrar que estamos atrasados?

Mas afinal o que é o tempo? Segundo o dicionário MICHAELES, “Tempo é uma medida de duração dos seres sujeitos à mudança da sua substância ou a mudanças acidentais e sucessivas da sua natureza, apreciáveis pelos sentidos orgânicos.”

Medida de duração dos seres sujeitos à mudanças da sua substancias, nós somos estes seres, o que vem a ser mudança? troca de atitude, troca de pensamentos, troca de objetivos.

Com o pensamento de que podemos mudar, nós podemos alterar a trajetória do tempo em nossas vidas, como fazê-lo?

Falar que o culpado é o tempo, com base no que acabamos de ver, vem a ser desmistificado, pois apenas, repito apenas é uma desculpa, uma tentativa de encontrar um culpado para esconder o que realmente ocorre.

 
A esta altura, já posso sentir, alguém indagando, como posso ficar com minha família? Eu quero muito, porém tenho que trabalhar, tenho que trazer a comida para dentro de casa ou também: Como posso focar no ambiente de trabalho? Tenho que tomar conta da parte financeira, da parte logística, de todo o planejamento, como?


Quem faz o tempo?

Culpar o tempo pode ser fácil, mas porque não culpar quem faz o tempo? Antes de  falar propriamente de quem faz ou deixa de fazer, o importante é perdermos o hábito de falar: “NÃO TENHO TEMPO”. 
 
Como vimos todos os seres sujeitos a mudança tem tempo, isso significa que todos os seres humanos possuem tempo, mas em qual medida? Em qual proporção? Qual a diferença de uma pessoa rica para uma pessoa pobre? Alguém diz: muitas, um universo separa esses dois, eu digo que só uma coisa: dinheiro. Os dois são, de certo modo, iguais, porém o que os distingui, neste caso, é o dinheiro. E o que esses dois indivíduos tem incomum? O tempo. Olha ele ai, sim os dois tem 24 horas por dia, exatas, igualmente, nem com toda a riqueza ele pode adquirir ou barganhar seu tempo. Deus foi muito justo, todos nós temos 24 horas em um dia, isso sem distinção de religião, de  sexo, de classes sociais, de ideais políticos, todos somos iguais perante o Sr Tempo. Passamos a entender que não existe falta de tempo, não tem como faltar algo que nos acompanhará até o fim de nossas vidas aqui.

E agora, quem faz o tempo? essa é a pergunta mais fácil de responder até agora, somo o autor, escritor, roteiristas e o ator(atriz) de nossa vida, e como é transcorrido cada episódio dos nossos dias somos nós mesmos que produzimos.

Não existe falta de tempo e sim prioridades que damos a determinadas coisas e a outras não. E quando se trata de prioridades, logo se pode pensar nas consequências de cada ação. Se hoje você abre mão do descanso do fim do dia, aquele quando chegamos exaustos do trabalho, para dedicar-se ao estudo de um idioma, a um curso técnico, a um curso superior ou até mesmo se preparando para um concurso público, acredite, pode até não parecer em curto prazo, porém, a longo prazo o retorno deste tempo investido virá, e trará com ele novos horizontes e novos rumos.

Diego Muniz Braga
Militar




 
 
 
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