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Diego Muniz Braga - O uso do orçamento empresarial e o fluxo de Caixa




1. INTRODUÇÃO
A visão orçamentária não é uma ferramenta isolada na gestão da organização, ela se integra a um maior escopo no planejamento organizacional. Pensar em orçamento na concepção atual de gestão nos remete a integra-la a visão de planejamento estratégico. Não existe muito sentido em pensar no detalhamento contábil orçamentário, se este não for um desdobramento de um pensamento estratégico maior.

Da mesma forma, distinguir o planejamento tradicional do estratégico, bem como percebê-lo como um subsistema da organização que contribui para a estratégia é requisito para uma boa modelagem, execução e controle.

Falar de uma abordagem sistêmica, ou simplesmente de sistemas, envolve uma maneira de ordenar o processo de pensar a respeito de coisas existentes, especialmente se forem entidades complexas, a exemplo das organizações. Conhecer esta abordagem tem por finalidade representar, de forma compreensiva e objetiva, a inserção do orçamento em seu meio de existência, explicitando a construção conceitual que efetua a ancoragem da tomada de decisões. Perceber fluxos e dinâmicas relacionais temporais que permeiam o orçamento possibilitando uma descrição concreta e objetiva do sistema, dentro do qual a decisão será tomada.

2. DESENVOLVIMENTO
2.1. Orçamento empresarial

  O orçamento pode ser entendido como um plano detalhado de gestão de recursos financeiros durante um período determinado. Representa a materialização de um plano para o futuro, expresso em termos quantitativos formais. A preparação de um orçamento e conhecida como elaboração de orçamento; e o uso de orçamentos para controlar as atividades de uma organização e chamado de controle orçamentário.
  O orçamento geral e um resumo integrado dos diversos planos de uma empresa decorrentes de uma concepção estratégica, relativa a uma parcela do tempo, notadamente relacionada a metas especificam de atividades de venda, produção, distribuição e financiamento. Após a definição das diretrizes de projeções futuras, que devem ser obtidas por um processo de profunda e ampla analise de cenário, o orçamento empresarial e o instrumento de gestão mais relevante do processo de planejamento operacional. Nele são sintetizadas informações que irão orientar as atividades de todos os gestores dos diversos níveis hierárquicos, nos períodos de abrangência dos orçamentos elaborados.

  Possui como produtos decorrentes: orçamento de caixa, projeção da demonstração de resultados e balanço projetado. Em síntese, representa uma expressão abrangente dos planos da administração para o futuro e de como esses planos devem ser executados quantitativamente. É importante frisar que, além de implantar um sistema orçamentário, a organização deverá estar com seu sistema de contabilidade integrado ao sistema orçamentário e ao planejamento estratégico. Também deverá haver uma programação de educação e treinamento, e a mudança de cultura de todos os envolvidos no processo. Isso requer também a motivação e preparo dos envolvidos, na medida em que os resultados forem alcançados com um melhor grau de acerto.

  O orçamento acaba estabelecendo expectativas, avaliando o desempenho, bem como auxiliando os gestores a coordenar esforços e unir os objetivos da organização como um todo.
  São inúmeros os tipos de orçamentos existentes, apesar de suas finalidades e objetivos serem praticamente os mesmos: o planejamento econômico-administrativo de um período futuro dentro de uma empresa seja ela sem fins lucrativos, governamental ou de outro tipo.

  Para melhor entendimento dos tipos de orçamento, citaremos alguns exemplos, segundo Calderelli (1992), em sua obra Enciclopédia Contábil e Comercial Brasileira. Os diversos tipos de orçamento surgiram com a pratica das organizações e foram complementados pelos estudos acadêmicos, os quais permitiram a sua divulgação e seu aperfeiçoamento. Vale registrar, todavia, que os conceitos e a filosofia da utilização do orçamento são os mesmos, mudando a forma de aplicação de acordo com o tipo e necessidade da organização.

2.2. Orçamento do fluxo de caixa
  O instrumento básico para execução do planejamento e do controle financeiros a custo e a médio prazo da empresa, é o orçamento de caixa. O orçamento de caixa não indicará apenas o total dos empréstimos necessários à manutenções das operações da empresa, como também o período em que deverão ser obtidos. Além disso, o orçamento de caixa serve como um ponto de referência em ralação ao qual os valores realizados podem ser comparados. Defasagens significativas podem indicar que os pequenos programas da empresa não estão ocorrendo segundo o planejado, mostrando que deverão ser tomadas medidas corretivas e/ou saneadoras. Alternativamente, essas defasagens podem informar que os programas da empresa se tornaram irreais, em vista da ocorrência de acontecimentos imprevistos e incontroláveis. O orçamento não é nada mais do que um plano descrito, expresso em termos de unidades físicas e/ou monetárias. A complexidade do processo orçamentário e os seus detalhes de elaboração poderão variar de empresa para empresa, porém na sua essência são semelhantes.
  Encontram-se arroladas a seguir, as principais vantagens de elaborar-se o orçamento de caixa na empresa: a) visa demonstrar ao administrador financeiro o momento adequado para as retiradas de caixa, sem contudo acarretar problemas financeiros para empresa; b) faculta ao administrador financeiro meios de pôr em funcionamento suas disponibilidades de caixa de maneira mais racional e lucrativa possível, sem comprometer a liquidez da empresa; c) permite a utilização mais lucrativa do caixa, quando for do interesse da empresa o pagamento de contas dentro do período de desconto, visto que isso poderá aumentar a reputação da empresa para efeito de crédito, poupando simultaneamente, o desembolso de considerável soma em dinheiro se a compra realizar-se à vista; d) auxilia verificar os períodos em que a empresa terá excedentes de caixa, além de estimar os valores dos saldos de caixa e os períodos em que eles irão ocorrer; e) possibilita a escolha de investimentos, da parcela ociosa, de recursos financeiros, do mesmo modo que as informações relativa aos déficit de caixa serão usados para a seleção de instruções de crédito capazes de atender as necessidades da empresa; f) através do orçamento de caixa poderão destacar-se os pontos vulneráveis e os pontos positivos, antecipando ao administrador financeiro a postura, em termos, das medidas cabíveis para cada situação projetada para a empresa; m) como o orçamento de caixa estabelecerá os objetivos e as metas a atingir pela empresa, permitirá a seleção de alternativas mais eficazes para suprir eventuais insuficiências de caixa.

2.3. Apresentação dos dados de fluxo de caixa da empresa estudada
  A empresa estudada é do ramo de vendas em varejo de pequeno porte, com seu início no segundo semestre deste respectivo ano, logo percebe-se que as entradas são menores que as saídas, com inícios das atividades em outubro.

3. ANÁLISE
  Nota-se que há um saldo anterior negativo, advindo da aquisição de capitais de terceiras para financiar a empresa. E, por conseguinte a divida passa para o mês seguinte, e com o faturamento de 43.200,00 ainda assim fecha no negativo nos próximos meses.

4. CONCLUSÃO
  O orçamento de caixa é um dos mais eficientes instrumentos de planejamento e de controle empresariais, que poderá ser projetado de várias maneiras, de acordo com as necessidades ou conveniências de cada empresa. As decisões terão de ser tomadas, mediante as informações que darão suporte financeiro à empresa e que estarão contidas necessariamente no orçamento de caixa. Diante do que foi exposto, é possível perceber a extrema importância do assunto para o universo do mundo administrativo empresarial. Nota-se que o sucesso dos empreendimentos papassa, necessariamente por um rígido controle das finanças e suas políticas de gerenciamento, onde, o orçamento de caixa, que vai definir os rumos, quanto a administração das entradas e saídas de recursos, como vistas a evitar estrangulamentos financeiros e fazer com que a organização incorra em custos desnecessários e realizados sem condições de planejamento, que muitas vezes resultam em gastos que poderiam ser evitados. Portanto, o assunto abordado é capaz de despertar grande interesse, visto que trata de uma das questões fundamentais da empresa, e estimula os alunos a aprofundar suas pesquisas, visando adquirir maiores conhecimentos e domínio sobre o assunto, sobretudo se existir nesse público, um interesse de ser gestor de empresas.

 Diego Muniz Braga
Superintendente Municipal de Juventude de Belford Roxo
CRA-RJ 20-84987


5. REFERÊNCIAS

ANTHONY, R., & GOVINDARAJAN, V. (2008). Sistema de controle gerencial (Managerial control systems). São Paulo: Atlas.
ATHAR, M. (1998). Handbook of budgeting. 3rd edition. New York: Wiley.
BNDES: Banco de Desenvolvimento Econômico e Social (Brazilian Development Bank). (11 de 10 de 2011). BNDES. Fonte: BNDES:
http://www.bndes.gov.br
CASTANHEIRA, D. F. (2008). The use of corporate budget as a tool to support the process of decision making and management control in mid-sized pharmaceutical industries. Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo, Dissertação de mestrado em Administração. São Paulo: FEA/USP.
COOPER, D., & SCHINDLER, P. (2011). Métodos de pesquisa em administração (Business administration research methods). Porto Alegre: Bookman.
DELLOITE. (11 de 10 de 2011). A receita da rentabilidade para expandir os negócios: um estudo sobre as PMEs que mais crescem no Brasil (the solution to profitability to expand business - a study on the most growing PMEs in Brazil). Fonte:
www.delloite.com.br FE
BRAFARMA, Federação Brasileira da Indústria Farmacêutica. (8 de 10 de 2011). Febrafarma. Fonte:
www.febrafarma.org.br
FIGUEIREDO
, S., & CAGGIANO, P. (2008). Controladoria: teoria e prática. São Paulo: Atlas. FREZATTI, F. (2009). Orçamento Empresarial: planejamento e controle gerencial (5a ed.). São Paulo: Atlas.
GRUPEMEF. (11 de 10 de 2011). Grupo dos profissionais executivos do mercado farmacêutico. Fonte:
www.grupemef.com.br
SEDRANI, Luiz Gustavo. Alinhando a gestão operacional à gestão estratégica da sua organização. [S.l.:s.n.].




 
 
 
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