Ato em defesa da Previdência reúne milhares de trabalhadores no Centro do Rio

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A luta contra a nefasta reforma da Previdência de Bolsonaro tomou “corpo” e “voz” na última sexta-feira, 22 de março. Nem a ameaça de chuva afastou os milhares de trabalhadores, juntamente com representantes de sindicatos e associações, que ocuparam as ruas do Centro do Rio de Janeiro para defender seus direitos à Previdência. Com palavras de ordem em caminhada da Candelária à Central, o povo mostrou que não aceitará nenhum direito a menos.

Os protestos ocorreram também em inúmeras outras capitais do Brasil, mais de 120 cidades aderiram ao Dia de Luta, entre elas São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, Pernambuco, Ceará, Piauí, Paraíba, Apucarana, Londrina, Vitória da Conquistas e outras. “O povo brasileiro está cansado de ver seus direitos surrupiados e, a força das manifestações mostrou que os trabalhadores não irão permitir mais ataques e que lutarão com unhas e dentes para defender a Previdência Social pública e para todos. Mais do que nunca é hora de manter a unidade”, convoca o Presidente do Sinaerj, Edson Machado.

Caso o governo insista em manter a tramitação da proposta, o Brasil dará o seu recado de protesto através de uma greve geral. As redes sociais também foram palco de mobilizações. Minutos após a ser postada, a hashtag #LutePelaSuaAposentadoria, criada pelos organizadores do Dia Nacional em Defesa da Previdência, já estava em primeiro lugar no trending topics do Twitter no Brasil.

A reforma apresentada ao Congresso Nacional propõe a redução drástica dos valores dos benefícios dos trabalhadores após a aposentadoria. Será preciso contribuir 40 anos para Previdência, enquanto a idade mínima será elevada para 65 homens e 62 mulheres. Um número injusto aos que iniciariam no mercado de trabalho cedo, bem como aos mais pobres.

A mobilização também reuniu trabalhadores da Cedae (Companhia Estadual de Águas e Esgoto) que protestaram contra o desmonte da estatal, a demissão de 54 profissionais (incluindo dois Administradores renomados) e disseram NÃO à reforma.

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Sinaerj

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