Governo caminha para precarizar ainda mais o trabalho e renda dos brasileiros

http://www.administradores.org.br/wp/wp-content/uploads/2019/02/Governo-Bolsonaro-pode-precarizar-ainda-mais-a-geração-de-emprego-e-renda-dos-brasile.jpgGoverno caminha para precarizar ainda mais o trabalho e renda dos brasileiros

A falta de plano de governo de Jair Bolsonaro para a geração de emprego e renda deve aumentar ainda mais o índice de desalento e trabalhos informais no País, aponta Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). Com enfoque exclusivamente voltado para a Reforma da Previdência e a desestatização das empresas públicas, Bolsonaro e sua equipe econômica não apresentaram até agora nenhuma proposta voltada para a recuperação da economia através do incentivo ao aquecimento do mercado de trabalho e geração de renda da população.

O número de desalentados — brasileiros que desistiram de procurar vaga no mercado de trabalho—, desocupados e trabalhadores informais, deve aumentar ainda mais em 2019 e superar os recordes consecutivos preocupantes dos últimos anos. Essa estimativa se deve pela falta de políticas públicas do governo para aquecer o mercado de trabalho, gerando, assim, ainda mais desconfiança e desmotivação na procura por uma vaga, principalmente àqueles que estão muito tempo na estatística do desemprego.

Após reduzir o reajuste estimado para o salário mínimo e fomentar a introdução de uma política neoliberal, as expectativas relacionadas ao atual governo são de declínio desastroso na economia do Brasil. Sem propostas de políticas públicas que visem a valorização do salário mínimo e de investimentos públicos, a tendência é de precariedade econômica agressiva, uma vez que não há indicação em desenvolvimento socioeconômico da população.

“O atual governo— assim como o anterior — até hoje propôs apenas reformas que objetivam usurpar os direitos trabalhistas e entregar o patrimônio nacional nas mãos do empresariado privatista. Vivemos atualmente um momento preocupante para o desenvolvimento social e econômico do Brasil. Mais do que nunca, é hora de defendermos os direitos dos brasileiros e sobretudo dos trabalhadores”, pontua Edson Machado, Presidente do Sinaerj.

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Sinaerj

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