A nova geração “nem-nem” e suas exceções

http://www.administradores.org.br/wp/wp-content/uploads/2019/01/1-mudancas-adolescencia.jpghttp://www.administradores.org.br/wp/wp-content/uploads/2019/01/1-mudancas-adolescencia.jpgA nova geração “nem-nem” e suas exceções

Segundo estudos do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) após analisarem o resultado da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), realizada no 3º trimestre do ano passado, os jovens que não trabalham foram denominados como geração do “nem-nem”, por aparentemente não procurarem oportunidades de emprego, morarem com os pais e não estudarem.

O estudo analisou 11 milhões dos jovens entre 15 e 29 anos. Ao que tudo indica, a maior parte desse grupo, na verdade, está procurando trabalho, lidando com afazeres domésticos ou até mesmo realizando cursos não regulares. Apesar da mudança de governo, o alto índice de desemprego continua sendo constante, e as oportunidades raramente aparecem devido a crise econômica que ainda persiste.

Obtendo o entendimento socioeconômico de cada classe é notório que os que terminavam o ensino médio e pertenciam às famílias de menor renda, se empenhavam na busca de empregos e já os de maior renda, nem tanto. Tal conjuntura reflete na falta de oportunidade, gerada peloa desigualdade social, e que, consequentemente, é demonstrada na procura por emprego no mercado de trabalho.

“A população vive em tempos de desigualdade, agora mais do que nunca, é muito difícil conseguir um emprego devido à crise econômica. Esperamos que no decorrer do ano novas oportunidades apareçam e que o índice de desemprego diminua”, reflete Edson Machado, Presidente do Sinaerj.

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Sinaerj

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