Reforma Trabalhista imperada no governo Temer traz redução de empregos

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Após a Reforma Trabalhista imperada no governo Temer houve um aumento substancial de desemprego no País, mais específico para os de carteira assinada que estão sendo substituídos por contratos temporários. Desde que a reforma entrou em vigor, apenas 50.545 postos de empregos formais foram gerados no período de 9 meses. O resultado é assustador, visto que houve fechamento de 2,9 milhões de empregos com carteira assinada entre dezembro de 2014 a 2017. Isto é cerca de 79,5 % a menos por mês.

A taxa de desemprego já era elevada no ano de 2014, com 6,5%, mas com implantação da reforma trabalhista passou a ser 12,4%, segundo os últimos dados realizados pela Pnad Contínua. A reforma desmoronou o Brasil, deixando as aéreas de trabalho que já eram afetas em uma situação ainda mais caótica.

O pós-reforma trouxe muito desemprego e precariedades aos postos formais, para ter uma ideia foram gerados cerca de 26.300 postos intermitentes e 13.320 parciais dentro do período de 2014-2017. 78,4% em contratos foram atípicos, e se concentraram no setor econômico, enquanto 62% dos contratos foram intermitentes.

“O descaso com a população é tanto, que o cidadão que conquista uma vaga não tem estabilidade alguma e tão pouco sabe quanto tempo se manterá empregado e conseguindo sustentar a sua família. As eleições estão às portas, não podemos nos calar diante desta situação. Por isso a importância do voto consciente. Reveja seus conceitos, analise seus candidatos e lute pelos seus direitos, eleja uma pessoa que está disposta a mudar esta situação”, afirma Edson Machado, Presidente do Sinaerj.

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Sinaerj

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