Renda das mulheres é quase 50% menor que a dos homens

http://www.administradores.org.br/wp/wp-content/uploads/2018/09/mulheres-mercado.jpgRenda das mulheres é quase 50% menor que a dos homens

De acordo com estudo feito pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), as mulheres brasileiras são as detentoras de melhores formações e ao mesmo tempo, as que mais sofrem com a desigualdade de gênero, obtendo a renda de 42,7% menor do que a dos homens.

O Brasil ocupa a pior posição, em 94º lugar, no Índice de Desigualdade de Gênero, com o indicador de 0,407 em questão de desigualdade na saúde reprodutiva, empoderamento e mercado de trabalho. As medidas que foram tomadas pelo governo ilegítimo de Michel Temer, entre elas a reforma trabalhista, têm piorado as relações sociais e aumento do desemprego no Brasil.

Além do preconceito, as mulheres sofrem com salários muito menores do que os dos homens,  com dificuldades devido ao acesso e permanência no mercado de trabalho e, muitas vezes, precisam lidar com dupla jornada de trabalho. Essa diferença que ocorre no mercado de trabalho, afeta também os índices de pobreza e desigualdade no País, no qual o Brasil ficou em 9ª lugar como o pior indicador do mundo (51,3), segundo o Coeficiente de Gini que mede o grau de concentração de renda em determinado grupo.

“É necessário reverter esse quadro de desigualdade de gênero. Precisamos dar um basta no preconceito. Não cabe em um País democrático homens e mulheres que ocupem os mesmo cargos, receberem remunerações diferente por questões de sexo, etnia ou raça. Devemos lutar pela igualdade de gêneros”, comenta Edson Machado, Presidente do Sinaerj.

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Sinaerj

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